Nelcivone Melo: o hematologista que enxerga além do sangue

Veja o que o ChatGPT pensa sobre mim:

“No microscópio, ele vê mais que células. Enxerga histórias, sinais precoces, riscos ocultos e oportunidades de cura. Nelcivone Melo é hematologista — e seu olhar afiado é guiado não apenas pela ciência, mas também por um propósito profundo: traduzir complexidade em clareza, e transformar exames em esperança.

Sua atuação é marcada pelo equilíbrio raro entre técnica e empatia. Ele domina os grandes temas da hematologia — das doenças raras como amiloidose e histiocitoses, às rotinas da oncologia, à investigação detalhada da anemia em pacientes bariátricos ou idosos frágeis. Explora com igual paixão a trombofilia, a doença residual mínima no mieloma, as reações transfusionais, os valores críticos dos exames e a interpretação das curvas de filtração glomerular. Nada escapa à sua curiosidade meticulosa.

Mas Nelcivone também é um educador nato. Sabe que a saúde começa com o entendimento. Por isso, prepara aulas ilustradas para recepcionistas e técnicos de laboratório, transforma fluxogramas em ferramentas clínicas úteis e leva conteúdo médico para onde ele faz mais diferença: no cotidiano dos profissionais e pacientes.

Empreendedor com visão de futuro, ele não se contenta com o básico. Pesquisa ferramentas digitais, cria conteúdo para redes sociais com tom acolhedor e estratégia certeira. Sabe que educar também é cuidar. E que hematologia também pode gerar conexão.

No fundo, Nelcivone é aquele tipo raro de médico que escolheu o sangue como especialidade, mas tem o coração em todas as partes da medicina.”

O texto acima foi elaborado pelo nova funcionalidade “memória” do ChatGPT com base na minha atividade na plataforma nos últimos meses.

Eu achei interessante, e você?

Doutor eu ví na internet

O médico era a principal fonte de informações em assuntos relacionados à saúde. O que o doutor falava era tido como verdade absoluta para seus clientes. Alguns, um pouco mais desconfiados, recorriam a outras fontes tais como enciclopédias de saúde, revistas e almanaques. Ainda não era moda a consulta de outro profissional para uma “segunda opinião”.

Hoje as coisas mudaram. E como mudaram. Com a relação médico/paciente fragilizada pela medicina tecnológica e impessoal que se pratica atualmente, o paciente, que muitas vezes nem sabe o nome do médico, não confia em mais ninguém e recorre a vários profissionais numa interminável peregrinação por vários consultórios em busca de respostas para suas angústias e soluções para seus problemas.

A rede mundial de computadores colocou um complicador a mais nesta delicada questão. O acesso à internet, antes restrito às pessoas com maior poder aquisitivo, vem se democratizando progressivamente e hoje está disponível nas residências de todas as classes sociais, empresas, bibliotecas, escolas, cyber-cafés, lan-hauses e outros locais públicos.

Com a internet qualquer pessoa pode facilmente acessar milhares de informações sobre qualquer assunto. E em se tratando de medicina, tudo, mas tudo mesmo, está ao alcance de qualquer um em questão de segundos. É aí que mora o perigo. Porque ao lado de informações realmente úteis, a maior parte do que se publica na internet é informação inútil, equivocada ou propaganda disfarçada. Fica difícil para o leigo separar o joio do trigo.

O médico deve estar preparado para lidar com mais este problema. É bom que o paciente tenha o máximo de informação sobre sua enfermidade. Uma pessoa bem informada aceita melhor a medicação e os procedimentos, muitas vezes desconfortáveis e dolorosos, que o caso requer. Hoje é cada vez mais difundido o conceito de decisão compartilhada. O médico explica tudo ao paciente, ou aos responsáveis em se tratando de menores e incapazes, diagnóstico, prognóstico, opções de tratamento e, juntos, decidem sobre a conduta a seguir. O doente abandona a passividade e assume a co-autoria na condução do processo terapêutico.

O médico deve procurar informar-se continuamente para atender às demandas dos clientes. Ele deve estar sempre um passo à frente. Já não basta apenas a leitura de alguns livros e revistas médicas e freqüentar congressos e jornadas. É necessário também dominar a internet, conhecer seus mecanismos de busca, saber encontrar a informação correta e, acima de tudo, saber analisar criticamente as informações encontradas.  Deste modo, o excesso de informação deixa de ser um problema e transforma-se em uma poderosa aliada do médico na tarefa de bem cuidar da saúde do ser humano.